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Relato 17: Portugal e o trabalho no veleiro

10 de julho de 2006

Oi pessoal!

Acabo de completar um mês na "terrinha", e ainda não aprendi a faar português! hehehe... eles aqui tem quase que uma outra língua, e enquanto não acostumamos o ouvido é até difícil de entendê-los. Agora já estou craque, e consigo até identificar um sotaque algarvio, que é diferente daquele do norte. Estou agora em Portimão, morando e trabalhando no veleiro Don Silvano, um barcão de madeira feito no Brasil e todo reformado. Trabalho de marinheiro, animador, relações públicas, garoto propaganda, isto é, de novo sou o "Severino" do lugar! E estou adorando, aprendo um pouco da arte da marinharia todos os dias, e acho que no fial da temporada já estarei um perfeito louco, ops, lobo do mar!
Estou conhecendo muita gente boa por aqui, o Vitorino eu já conhecia lá de Salvador e foi quem me apresentou o Joaquim e o Antônio, os donos do barco onde trabalho. Conheci a família deles lá em Aveiro e também o pessoal do clube de Vela AVELA. O Hernani é o capitão do barco, também muito gente boa, e também conheci toda a família dele. Além disso tem os novos vizinhos de marina... Vai ser um verão bacana!
Abraços a todos!

Edgard Gaio
A "rua de casa" na Marina de Portimão.
Eu, Vitorino e Joaquim no veleiro Taaroa, velejando em frente à Marina.
Castelo em frente à marina.
Marina de Portimao vista do rio Arade.
"Típico" pub inglês em pleno Algarve em Portugal. Aqui é uma região turística muito frequentada por ingleses, e aproveitei pra assistir os jogos da equipe inglesa tomando Guiness!
As lindas falésias do litoral de Portimão.
Fernão Capelo...
Praia da Rocha, Portimão.
Praia da Rocha.
Marinheiro Popeye.
O Don Silvano ainda no estaleiro, visitado pela amiga Inocência.
Jantar a bordo do Taaroa.
Joaquim Varela e Vitorino Madaleno, na primeira tentativa de subir de veleiro até Aveiro, abortada por causa do mal tempo e vento contrário.
A proa do Taaroa.
Barquito de pesca.
Litoral sul português.
Velas prá cima!
Miguel, irmão do Joaquim, com o Vitorino.
Litoral sul português.
Cabo de São Vicente, onde a Europa termina.
Cabo de São Vicente. Tivemos que retornar daqui, porque o vento era exatamente norte e forte!
Fomos de trem pra Aveiro e fiquei por lá uma semana, na casa do Vitorino. Aqui é a praia da Barra, onde ele mora. Todos os dias de manhã a praia fica cheia com a mulecada das escolinhas, que aproveitam a chegada do verão europeu.
Minha amiga andorinha, golondrina, hirondele, rondine, sparrow, snonit...
Eu e Vitorino no parque natural em São Jacinto.
Ponto de observação de pássaros do parque.
Praia dentro do parque.
Detalhe da proa de um moliceiro, barco típico da região.
No final da trilha a merecida cervejinha acompanhada de burriés, mariscos típicos.
Segunda tentativa de subir de Portimao para Aveiro com o Taaroa. Saímos domingo a noite e chegamos só na quinta pela hora do almoço! Foi uma bela viagem por quase toda a costa portuguesa. Passamos somente a primeira noite no mar, em esquema de turnos no timão. Depois paramos em Cascais, Nazaré, Figueira da Foz e finalmente Aveiro.
Marinheiro de primeira viagem!
Experimentando o modelito prá frio e tempo úmido! No verão aqui se há vento norte faz bastante frio!
Vitorino ao leme!
Agora sim conseguimos seguir além do Cabo de São vicente!
Farol da praia da Barra, em Aveiro.
Turma reunida a bordo do Don Silvano para sessão de fotos para os panfletos de publicidade do barco.
Interior do Don Silvano.
Don Silvano a todo pano!
Este barco é igual às maiores escunas que fazem turismo lá em Parati, por exemplo, só que aqui o pessoal usa as velas!
Don Silvano.
Don Silvano.
Don Silvano.
Nando, o capitão Hernani.
O Don silvano é todo equipado com os mais modernos eletrônicos: GPS Plotter, radar, medidor de vento, velocidade, profundidade....
Guarda mancebo...
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